Revista Pet Bunny e Cia

sábado, 30 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

Porco da sorte: Vale a pena assistir

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Peixe Adestrado!!


Essa foto foi tirada em Alto Liberdade, Marilândia (ES), na propriedade do senhor Aguilar. É encantador! Eles vêm comer na nossa mão. A espécie do peixe é a tambaqui.

Fonte:http://gazetaonline.globo.com

Vi essa matéria no Jornal Nacional hoje, e achei realmente encantador.
Uma prova de que os animais são seres muito especiais.
Que eles são capazes de mais coisas do que imaginamos.

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Que dupla!!

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Fato Curioso


Uma clínica veterinária do condado de Sussex, no sul da Grã-Bretanha, teve que resolver um caso curioso: o de uma cobra de estimação que tentou engolir o próprio rabo.
O incidente ocorreu no dia 6 de agosto e envolveu uma cobra da espécie Lapropeltis getulus, conhecida como cobra real californiana.
O dono dela notou que o réptil tentava engolir o próprio rabo e a levou à clínica veterinária Seers Croft.
Lá, o veterinário Rob Reynolds teve que deslocar a mandíbula para liberar o rabo do réptil da sua própria mordida.
De acordo com informações da clínica, cobras em geral são carnívoras, mas estas em particular, além de se alimentarem de ratos e de pequenos mamíferos, também comem lagartos e outras cobras.
No entanto, Rob Reynolds afirmou que nunca viu um caso no qual um animal não conseguia se libertar da própria mordida, apesar de este ser um fenômeno já conhecido.((•)) Ouça este post

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Tuig e suas bolinhas


Desculpe o áudio.((•)) Ouça este post

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Tuig e suas bolinhas 2

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Sou o amor da vida da mamãe!!

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sábado, 16 de janeiro de 2010

Uma manhã de sol

Numa manhã de sol, tava lambendo meu pezinho em baixo da cama da mamãe...
Tava fresquinho, aí bateu uma preguiiiiiça...
Não aguentei e desabei... ZzZzZzZz((•)) Ouça este post

Cachorro agoniza por mais de 24 horas após ser atropelado em Joinville


30 de dezembro de 2009

Um cachorro atropelado na manhã da última terça-feira, em Joinville, continua agonizando na frente de uma casa do bairro Itaum, mais de 24 horas depois.

Segundo moradores, ele foi atingido por um carro por volta das 7h30min de ontem e até esta quarta-feira ninguém havia recolhido o animal. Moradores, que não sabem o que fazer, ligaram para alguns órgãos, mas não tiveram respostas. Para evitar que o animal fique ainda pior, eles deram água e leite.

A ONG Abrigo Animal foi comunicada do fato na manhã desta quarta-feira, e vai providenciar o tratamento ao cãozinho. Moradores vão ajudar nas despesas com o transporte. A instalação de uma Coordenadoria do Bem-estar Animal na cidade poderia ter evitado o sofrimento do animal, mas a entidade ainda está em fase de criação, depois de uma ação do Ministério Público Estadual contra a prefeitura.

Nota da Redação: A situação da proteção animal no Brasil é, sem dúvida, caótica. Embora existam os protetores empenhados em realmente defender e cuidar dos animais vítimas de abandono e maus-tratos, a proteção está também recheada de descaso e displicência por parte das autoridades.


Presenciei um fato parecido, onde uma cadelinha foi atropelada por um carro. Ficou bastante ferida na patinha e sangrava muito e eu morrendo de dó, querendo ajudar mas não tinha como, liguei para um pet shop mas não faziam esse tipo de atendimento nem souberam me dizer se havia algum órgão que o fizesse. O mais comovente, foi que o companheiro dela não a deixou um só minuto, onde ela ia, mancando, ele a acompanhava e estava agoniado com o sofrimento dela, pois estava inquieto, olhando para os lados e para ela, compartilhando da sua dor. E eu olhando a cena sem nada poder fazer, me sentindo impotente e lamentando profundamente por não ter ajudado, amenizado seu sofrimento. Não suporto ver um animal sofrendo. E de fato, como a nota da redação do ANDA mencionou acima, a causa animal no Brasil é tratada com descaso.
Gêisa Lopes

Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=39436((•)) Ouça este post

Papai e Mamãe!

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Filme homenageia cão que morreu esperando seu tutor em estação de trem

Hachiko: A história de um cão é a refilmagem de um longa japonês de 1987 que conta a conhecida história de Hachiko, um cão da raça akita que costumava esperar por seu tutor, um professor da Universidade de Tóquio, na estação Shibuya. Mesmo depois que o professor morreu, o cachorro continuou esperando por ele, todos os dias, por mais de uma década, até morrer, em 1935. As pessoas ficaram tão tocadas que construíram uma estátua de Hachiko na estação. A história é uma lenda famosa entre os japoneses.

A nova versão transposta para Rhode Island ( EUA), tem como protagonista Richard Gere e teve sua pré-estreia em junho, no Festival Internacional de Seattle, EUA, e chega aos cinemas do Japão em agosto.

Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=9352

Ah!! Esse eu vou assistir!!
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Por que o cachorro é considerado o melhor amigo das pessoas

Ele não liga se você mora em uma mansão ou na rua, qual sua religião ou a cor da pele. Vasilhas com água limpa e comida, um pouco de cuidado, carinho e respeito bastam para ganhar a confiança de um bicho especial: o cachorro, que recebe o título de melhor amigo do ser humano.

Antes de sua domesticação, há milhares de anos, o cão vivia em matilha (grupo), na qual tinha obrigações a cumprir, como proteger os companheiros. Desde que começou a conviver com os humanos, passou a considerar os tutores como integrantes da matilha. Por isso, se arrisca para defendê-los e fica alerta aos perigos que possam ameaçá-los.
Em geral, o cão está sempre disposto a acompanhá-los a um passeio. Não fala mal de ninguém e não se importa com a aparência que eles têm. Às vezes, é tão unido aos tutores que, se um deles adoece, o bicho fica juntinho ao pé da cama, esperando que melhore. São características como essa que fazem dele um companheirão.

Saudade

Depois que o cachorro desenvolve muito carinho pelos tutores, não consegue permanecer muito tempo longe deles. Há casos em que até fica doente se é separado dos humanos que o criaram. E, se por algum motivo tem de viver em outra família, pode não suportar ficar distante da família antiga e, apesar de não ser comum, pode chegar a morrer de saudade.

A amizade entre o cão e as pessoas é muito antiga. Acredita-se que há cerca de 400 mil anos, o ancestral do ser humano, chamado Homo erectus, caçava filhotes e fêmeas de lobo. No entanto, como nem todos os bichos eram comidos, os que sobreviviam eram criados pelo hominídeo. Assim, os dois começaram a conviver.

Esse lobo é considerado o cão primitivo, ancestral dos cachorros domésticos. Com o tempo, o ser humano passou a comer outros tipos de alimento e a confiança entre os dois cresceu. Aos poucos, o bicho foi domesticado e passou a ser utilizado para defender humanos de perigos como invasores, e como companhia na caça. Hoje, é tido como integrante da família por muitas pessoas.

Akita espera dez anos pelo melhor amigo

Hachiko era especial, não por ter nascido no palácio japonês, mas por ser companheirão. A história desse cão da raça akita, que se tornou o melhor amigo de um homem, virou o filme Sempre ao seu lado, que estreia dia 25.

Ainda filhote, Hachi foi encontrado pelo professor Parker na estação de trem. Sem saber o que fazer, o homem o levou para casa. Colocou cartazes na rua para encontrar o responsável, mas ninguém o procurou.

O cão virou integrante da família. Todos os dias, acompanhava Parker à estação. No fim da tarde, voltava para esperá-lo. Os dois se amavam. Um dia, o professor não voltou mais.

O cão não sabia por que ele tinha desaparecido. Não entenderia se um humano lhe dissesse que seu tutor morreu. Continuou a esperá-lo na esperança de que voltasse.

De verdade

A história de Hachiko é verdadeira, mas aconteceu em época e lugar diferentes. O cachorro nasceu no início da década de 1920, no Japão. Vivia em Tóquio com o professor universitário Hidesaburo Ueno, e o acompanhava de casa até a Estação de Trem de Shibuya.

Hidesaburo morreu em 1924. E, apesar de Hachi ter sido doado a outra pessoa, voltava à estação para esperar pelo amigo. E foi assim durante dez anos, até que morreu em 1935, transformando-se em lenda.

No Japão, há três estátuas de bronze do akita. Uma delas fica no lugar em que o cão aguardava a volta do professor, a saída Hachi, da Estação de Trem de Shibuya. Esse cão é um dos heróis nacionais. Sua história já havia virado filme, em 1987, além de livro infantil.

Histórias de lealdade se repetem por aqui

Histórias semelhantes à de Hachiko acontecem em todo mundo, inclusive por aqui. Mariana Oneda Déa, 10 anos, de São Bernardo, sabe que pode confiar na amiga de quatro patas. Toda manhã, quando vai à escola, é acompanhada pela cadela Xuxa até o ponto de ônibus. “Ela me espera subir e volta pra casa. Quando vou a pé para qualquer lugar, também me segue. Eu me sinto segura.”

A vira-lata chegou na casa de Mari por acaso. Há cerca de dois anos, foi atropelada e abandonada na estrada. Bastante machucada, andou até ser encontrada pela mãe da garota, que é protetora de animais. Ganhou ração, água, cuidados e uma família. “Nunca tive uma cachorra tão bondosa. Ela é carinhosa e vive atrás da gente”, afirma Mariana.

Amigonas

Há três meses Caroline Santos Guariento, 10, de Santo André, acorda com muita disposição para curtir a pit bull Pitt. “Deixo de brincar com minhas amigas para ficar com ela. Cuido e dou muita atenção. Somos companheironas”, conta.

Assim como Xuxa, Pitt tem uma história de maus-tratos. Foi abandonada e amarrada a um poste, onde ficou por dois dias sem comida e água, embaixo de sol e chuva. Um vizinho avisou a mãe de Carol, que é veterinária. Assim, também ganhou uma casa em que recebe muito amor. “Quando o responsável não ensina o cão a ser agressivo, ele se transforma no melhor amigo de qualquer pessoa”, acredita.

http://www.anda.jor.br/?p=38055

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Cachorro pode ser considerado o maior do mundo pelo Guinness


Medindo quase 1 metro de altura da pata ao ombro e pesando 111 kg, George pode ser reconhecido como o maior cachorro do mundo. O Great Dane Blue de quatro anos vive na cidade de Tuscon, no Estado norte-americano do Arizona, parece mais um pequeno cavalo do que um cão. Segundo o site Daily Mail nesta terça-feira (22), os tutores do animal só estão esperando a confirmação do Guinness para estabelecer o recorde mundial, mas já o colocaram até no Twitter e Facebook para se comunicar com os fãs.

Segundo o casal David e Christine Nasser, George mede 2,2 metros do focinho ao rabo e poderia tomar o título atual de Gibson, uma cadela Great Dane que morreu de câncer em agosto. “Ele é muito, muito único”, disse David ao site britânico, explicando ainda que ele e a esposa cuidam do cão desde que o animal tinha sete meses de vida.

Segundo Nasser, o cachorro come quase 50 kg de comida por mês e dorme sozinho na própria cama de casal tamanho “Queen Size”. Os tutores tiveram que cedê-la quando perceberam que George crescia rápido demais para que os três compartilhassem os lençóis. Agora, atualizam diariamente as contas do Twitter e Facebook com fotos e informações sobre o animal de estimação.

O veterinário William Wallace, que testemunhou a documentação necessária para o recorde no livro Guinness, afirmou que “em 45 anos de experiência trabalhando com cachorros gigantes, sem dúvida, George é o maior cão que eu já vi”. No entanto, outros animais ainda disputam pelo título no livro dos recordes.

Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=38385

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Gaiola de cachorro para carros


Se você tem um cachorro medroso ou vive com receio que ele saia voando pela janela do seu carro, Sue Stipanovich inventou um produto que protege seu animal de estimação. O BreezeGuard, como foi chamado, permite que você o fixe na janela do veículo garantindo segurança para seu filhote. Sue conta que seu cachorro tinha medo de andar de carro, mas com o BreezeGuard é agora um cachorro feliz. Por “apenas” $250, você pode encomendar online. Não tem mais o que inventarem…

Andei pesquisando e achei um site americano onde o criador fala da sua criação. No Brasil parece que não tem ainda esse produto, apesar de já existir há mais de 4 anos.
Mas achei bem interessante. Leia o artigo traduzido: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.muttmanagers.com/&ei=AcBJS8PSK4jFlAeDlaUG&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CAkQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DBreeze%2BGuard%26hl%3Dpt-BR%26safe%3Doff((•)) Ouça este post

Animais também sentem remorso, dizem pesquisadores


Se você tem um cachorro, especialmente um que destruiu seu tapete preferido, você sabe que um animal é capaz de pedir desculpas. Ele pode choramingar, andar cabisbaixo e encolher o rabo, parecendo positivamente envergonhado ― "Não sei o que me possuiu." Mas será que ele realmente sente remorso? Será que algum animal poderia sentir a verdadeira dor do remorso?

Cientistas no passado desprezaram a idéia como sendo um tolo antropomorfismo e eu costumava ficar do lado dos céticos que consideravam os sinais de arrependimento variações das lágrimas de crocodilo. Os animais pareciam apegados demais ao momento e ocupados demais atrás da próxima refeição para se entregarem à auto-recriminação. Se animais velhos tivessem uma música, ela seria "My Way."

Contudo, com o surgimento de novas descobertas - coiotes deprimidos, macacos tristes, tigres que cobrem os olhos por remorso, chimpanzés que pensam duas vezes em suas escolhas -, pergunto-me se os animais podem realmente ter arrependimento. Seu cão pode não partilhar da melancolia de Hamlet, mas ele pode ter algo em comum com Woody Allen.

Os últimos dados vêm de análises de cérebros de macacos que tentavam ganhar um suco como grande prêmio ao adivinhar onde ele estava escondido. Quando os macacos escolhiam errado e a localização do prêmio lhes era revelada, os neurônios de seus cérebros claramente registravam arrependimento, segundo neurobiólogos da Universidade Duke que recentemente reportaram o experimento na Science.

"Essa é a primeira evidência de que os macacos, como as pessoas, têm pensamentos 'do que poderia, deveria ter sido'", disse Ben Hayden, um dos pesquisadores. Outro autor do estudo, Michael Platt, notou que os macacos reagiram às suas perdas com a mudança de suas escolhas seguintes, assim como os humanos que respondem a uma oportunidade perdida através da mudança de estratégia.

"Posso imaginar que o arrependimento seja altamente vantajoso em termos evolucionários, contanto que não haja obsessão a respeito disso, como na depressão", Platt disse. "Um macaco sem arrependimento pode agir como um psicopata ou um Dom Quixote simiesco."

Nos primeiros experimentos, tanto os chimpanzés quanto os macacos que trocavam moedas por pepinos reagiam de modo negativo ao verem que os outros animais estavam conseguindo prêmios mais apetitosos - uvas - pelo mesmo preço. Eles produziam sons de raiva e às vezes atiravam os pepinos ou as moedas, reportou Sarah Brosnan, psicóloga da Univesidade Estadual da Geórgia.

"Acho que os animais sentem arrependimento, definido como o reconhecimento de uma oportunidade perdida", Brosnan disse. "Na selva, essas habilidades podem ajudá-los a reconhecer quando devem passar a explorar áreas diferentes ou encontrar outro parceiro cooperativo que irá dividir a coleta de modo mais igualitário."

É claro que ninguém sabe exatamente como esse sentimento de arrependimento afeta o animal emocionalmente. Quando vemos um cachorro cabisbaixo e curvado, tendemos a presumir que ele está sofrendo da mesma forma que nós após um passo em falso, mas talvez ele esteja apenas enviando um sinal útil: fiz besteira.

"É possível que esse tipo de sinal social nos animais tenha se desenvolvido sem a experiência consciente do arrependimento", disse Sam Gosling, psicólogo da Universidade do Texas, Austin. "Mas parece mais plausível que haja algum tipo de experiência consciente, mesmo se ela não for do mesmo tipo que você ou eu sentimos."

Marc Bekoff, ecologista comportamental da Universidade do Colorado, disse estar convencido de que os animais sentem dor emocional por seus erros e oportunidades perdidas. Em ¿Wild Justice¿ (Justiça Selvagem), seu novo livro escrito com a filósofa Jessica Pierce, Bekoff relata milhares de horas de observação de coiotes na selva, bem como de cães domesticados à solta.

Quando um coiote recuava após ter sido mordido com força enquanto brincava, o coiote atacante prontamente baixava a cabeça reconhecendo seu erro, Bekoff disse. Se um coiote era afastado por brincar de maneira injusta, ele se encolhia com suas orelhas para trás, cabeça inclinada e rabo para baixo, tentando se reaproximar e, depois, se afastando dos outros animais. Bekoff disse que os coiotes apologéticos o lembravam de animais impopulares se esgueirando tímidos nos arredores de um parque para cães.

"Esses animais não são tão emocionalmente sofisticados quanto os humanos, mas eles devem saber o que é certo e errado porque essa é a única maneira de seus grupos sociais funcionarem", ele disse. "Arrependimento é essencial, especialmente na selva. Humanos são muito complacentes em relação aos seus bichos de estimação, mas se um coiote selvagem fica com uma reputação de trapaceiro, ele é ignorado ou banido, e acaba deixando o grupo." Quando o coiote se encontra sozinho, Bekoff descobriu, seu risco de morrer jovem é quatro vezes maior.

Se nossos bichos de estimação têm consciência de como nós somos manteigas derretidas, talvez seu arrependimento seja em grande parte apenas um teatro para nós, tolos. Mas gosto de pensar que parte do pesar é real e que os pesquisadores irão um dia compilar uma lista dos 10 bichos de estimação mais arrependidos. (Você pode fazer nomeações no TierneyLab, em nytimes.com/tierneylab). Gostaria de pelo menos ver os pesquisadores desvendarem algumas das grandes perguntas sem resposta: Quando você pede para seu cão ir atrás da bola, quanto arrependimento ele sente ao devolvê-la a você? Será o mesmo sentimento de quando ele termina a brincadeira ao ficar com a bola?

Será que os animais vândalos sentem algum receio moral? Após ver tapetes, malas e móveis destruídos por meus bichos de estimação, não estou convencido de que a evolução tenha dado aos animais qualquer senso confiável de direito de propriedade. Mas fico tocado pelas histórias de Eugene Linden sobre vândalos arrependidos em seu livro sobre comportamento animal, "The Parrot's Lament" (O Lamento do Papagaio).

Ele fala sobre um jovem tigre que, após destruir todas as árvores recentemente plantadas em um zoológico na Califórnia, cobriu os olhos com as patas quando o funcionário do parque chegou. E também fala de chimpanzés fêmeas do zoológico de Tulsa que se aproveitaram de um projeto de reforma para roubar o material dos pintores, vestir as luvas e pintar seus filhotes de branco. Quando confrontadas pelo tratador furioso, as mães correram e então voltaram com uma oferta de paz e seus filhotes limpos.

E quão estranha é a Síndrome de King Kong? Tanto gorilas machos quanto fêmeas se tornaram tão apegados a seus tratadores humanos que até se insinuaram sexualmente - um até mesmo arrastou sua tratadora pelo cabelo. Depois da rejeição inevitável, será que eles se arrependem de terem destruído uma linda amizade?

Será que gatos de estimação se arrependem de alguma coisa?

Tradução: Amy Traduções

The New York Times

Fonte: http://anjosparaadocao.multiply.com/journal((•)) Ouça este post

sábado, 9 de janeiro de 2010

Animais em casa: uma obrigação, um compromisso, e uma dívida que é um prazer.


Como é óbivo, eu adoro animais. Principalmente, coelhos e roedores (coelhos não são roedores embora roam, rsrs). Cães também, mas ficam em segundo lugar. Alguns pássaros (periquito, calopsita) ficam em terceiro. Tenho um coelho, meu Tuig, um Hamster, Hamy, e agora apenas um betta, Teodoro (Teófilo infelizmente morreu essa semana de Hidropsia, parece). Minha vontade era ter mais dois coelhos (mini fuzzy e mini lop), dois porquinhos da índia, duas chinchilas e dois cachorros: chow chow, bernese, lulu da pomerania ou yorkshire toy.
Ah! Um casal de periquito australiano também!! Parece loucura, né? Mas é isso mesmo, sou apaixonada por animais, deveria ter feito medicina veterinária e ter um sítio.

Mas não é disso que quero falar, e sim, de alguns pensamentos que surgiram após observar Hamy e Tuig aqui em casa.
Principalmente Hamy. Ele vive em uma gaiola de 3 andares e todo dia eu o solto por quase 1 hora em meu quarto para se distrair. Quando está acordado, eu solto pela manhã também antes de ir trabalhar. Dou carinho, converso com ele, depois volta pra gaiolinha.

Tuig vive solto pela casa, além de praticamente todos os domingos, passear em área verde e correr e pular à vontade. Muito amor, carinho, atenção, beijos... mas o ideal mesmo, felicidade mesmo para eles, seria a liberdade. Estar em seu habitat natural, relacionando-se com os seus. Lugar de bicho é na natureza e não em nossas casas. Tá bom que é uma delícia ter eles em casa, cuidar, observar, rir das travessuras, às vezes tratar até como criança, filho, como eu faço. É por isso que desenvolvem certos problemas de saúde.
Imaginei um animal querendo ter um humano de estimação.
Claro que ficaríamos em gaiolas bem trancadas pois fugiríamos. E nos alimentariam talvez, com arroz, feijão, mas também com ração de cachorro, ou alpiste, ou alfafa, mesmo não sendo apropriado para humanos, comos os humanos fazem com eles quando lhes oferece guloseimas.
Talvez nos levassem para passear de coleira. Mas poderia ser que nos esquecessem na gaiola, esquecessem até da nossa alimentação, da limpeza e pior, talvez ficássemos doentes e eles nem se dessem conta, e quando o fizesse, poderia ser tarde demais. E se fossem perversos e resolvessem nos bater ou algo assim, por não termos feito o que queriam simplesmente por não falarmos a mesma língua? E se fossem daqueles que não se preocupassem com nosso bem estar emocional/psicológico e nos mantivessem confinados na gaiola por vários dias sem poder saír, sem poder sentir o sol, o ar fresco... sem carinho, sem amor, sem atenção, sem os devidos cuidados... Já parou pra pensar nisso, de verdade??????
Ter um animal em casa é maravilhoso, mas precisamos dar muita atenção ás suas necessidades não só alimentares. Animais têm sentimentos. Precisamos olhar e cuidar melhor dos nossos pets e até dos que estão abandonados na rua, entregues à própria sorte. Respeitá-los.
Parece hipocrisia, pois tenho animais "confinados" em casa e prego a liberdade deles com as palavras acima. Mas não é. Não vou deixar de ter animais de estimação, nem é disso que estou falando, mas foi apenas uma forma de chamar a atenção dos que tem, ou que pretendem ter um animal em casa.
Cada absurdo que já vi e ainda vejo... já o tiramos da natureza, o mínimo que devemos fazer é cuidar deles da melhor forma possível e jamais abandoná-los. É uma obrigação que adquirimos com o animal, um compromisso com a natureza e uma dívida com Deus.((•)) Ouça este post

A história da cadela Jasmine

Em 2003, a polícia de Warwckshire, Inglaterra, abriu o galpão de um jardim e encontrou ali uma cachorra chorosa e encolhida. Ela havia sido trancada e abandonada no galpão. Estava suja, desnutrida e claramente maltratada. Num ato de bondade, a polícia levou a cadela para um abrigo próximo, o Nuneaton Warwickshire Wildlife Sanctuary, dirigido por um homem chamado Geoff Grewcock. O lugar é conhecido como um paraíso para animais abandonados, órfãos ou com outra qualquer necessidade.

Geoff e a equipe do Santuário trabalharam com dois objetivos: restaurar a completa saúde do animal e ganhar sua confiança. Várias semanas depois, finalmente, os dois objetivos foram alcançados. Deram a ela o nome de Jasmine e começaram a busca por um lar adotivo.

Mas Jasmine tinha outras ideias. Ninguém se lembra como começou, mas ela passou a dar as boas vindas a todos os animais que chegavam ao Santuário. Não importava se era um cachorrinho, um filhote de raposa, um coelho ou qualquer outro animal perdido ou ferido. Jasmine se esgueirava para dentro da caixa ou gaiola e os recebia com uma lambida de boas-vindas.

Geoff conta um dos primeiros incidentes: “Nós tinhamos dois cachorrinhos que foram abandonados numa linha de trem próxima. Um era um mestiço de Lakeland Terrier e o outro um mestiço de Jack Russel Doberman. Eles eram bem pequenos quando chegaram ao centro e Jasmine aproximou-se, abocanhou um deles pelo cangote e o colocou em uma almofada. Aí ela trouxe o outro e aconchegou-se a eles, acarinhando- os”.

“Mas ela é assim com todos os nossos animais, até com os coelhos. Ela os acalma, desestressa e isto os ajuda não só a ficarem mais próximos a ela, mas também a se adaptarem ao novo ambiente. Ela fez o mesmo com filhotes de raposa e de texugos: lambe os coelhos e os porcos da Guiné e ainda deixa os pássaros empoleirarem-se em seu nariz”.

Jasmine, a tímida, maltratada, pária abandonada, tornou-se a mãe substituta dos animais do Santuário, papel para o qual ela nasceu. A lista de jovens animais dos quais ela cuidou inclui cinco filhotes de raposa, quatro filhotes de texugo, quinze galinhas, oito porcos da Guiné, dois cachorrinhos, quinze coelhos e um cervo montês. Este último, o pequeno Bramble, com 11 semanas de idade, foi encontrado semiconsciente em um campo. Na chegada ao Santuário, Jasmine aconchegou-se a ele para mantê-lo aquecido e assumiu inteiramente o papel de mãe substituta. Jasmine cumula Bramble de afeição e não deixa que nada lhe falte.

“Eles são inseparáveis”, diz Geoff. “Bramble anda entre suas pernas e eles ficam se beijando. Eles passeiam juntos pelo Santuário. É um prazer vê-los”. Jasmine continuará cuidando de Bramble até que ele possa voltar a viver na floresta. Quando isto acontecer, Jasmine não estará sozinha. Ela estará muito ocupada distribuindo amor e carinho ao próximo orfão ou à próxima vítima de abusos e maus-tratos.

Um verdadeiro exemplo de amor incondicional. Você conhece muitos seres capazes disso? Jasmine está aí para ensinar.


Mais uma história fantástica sobre animais. Uma história real, comovente, inspiradora e intrigante. Por isso, cada vez mais estou apaixonada por eles. Eles são uma das provas que algo muito maior, existe.((•)) Ouça este post

Grotesco



Isso foi em Ponta Grossa - PR. Sem palavras...
Enquanto a cachorrinha Jasmine dá um exemplo de compaixão e solidariedade após ter sofrido tanto, seres ditos humanos, fazem isso com cachorrinhos indefesos. Quem são os animais mesmo? Às vezes dá um nó na cabeça, sabe?((•)) Ouça este post

Cachorrinho verde é encontrado em ninhada em Campo Bom (RS)


Imagine se deparar com uma ninhada de cachorros recém-nascidos e verificar que um deles é verde. Pois foi essa situação que deu um susto na família Passos, em Campo Bom (RS). A cadela Mimosa, de seis anos, deu à luz sete cãezinhos na madrugada de quarta-feira (6), um dos quais tem cor verde. O veterinário Marcos André Klein, no entanto, explica que a incrível história do cachorrinho verde não é nenhuma raridade.

O industriário aposentado Alzir José dos Passos, 64 anos, conta que Mimosa estava com os filhotes embaixo do assoalho da casa, na parte traseira do terreno. Na última quinta-feira, ao retirar os cachorros de lá, a família levou um susto. Correria e gritaria foram as reações. “Ainda não o levamos ao veterinário para saber a razão disso.” Esposa de Passos, a funcionária pública aposentada Irena, 61, diz que não entende por que o fato ocorreu e não sabe quem é o cachorro que deixou prenhe a cadela. Ela conta que seu neto quer muito o cachorrinho, que está sendo a estrela da casa.


Especialista diz que é normal


Apesar de a situação ser estranha, o veterinário Marcos Klein explica que isso é um caso normal e também não é uma raridade. Segundo Klein, o líquido amniótico que fica dentro da placenta, que envolve os filhotes, tem coloração verde. “No momento que eles nascem e saem da placenta, cabe à mãe lamber o filhote para fazer a limpeza do cãozinho.”

Se isso não ocorre, o líquido seca, deixando o animal por alguns dias com essa pigmentação. “É impossível geneticamente um cão nascer com a pelagem verde.” O veterinário também explica que isso ocorre principalmente com cachorros de cor branca. “Neles podemos notar essa coloração provocada pelo líquido da placenta. Basta passar um pano úmido no animal que a cor sairá”, afirma o profissional.

Fonte: www.anda.com.br((•)) Ouça este post

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

ALERTA!!


'Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos, a dor é a mesma para eles e para nós, talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.' (Dr. Louis J. Camuti)
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cão passa três dias com garfo alojado na cabeça


O caso do cão que passou três dias com um garfo alojado no cérebro comoveu a equipe do hospital veterinário Cumberland Valley, em London, Kentucky, nos Estados Unidos.


Conforme o jornal "Daily Mail", a enfermeira Michelle Duncum, que estava de plantão quando o chiuaua Smokey chegou, se disse chocada com o que viu. "No começo, achamos que era um garfo pequeno. Quando ele chegou, não acreditamos no que vimos", contou Michelle.
Durante uma festa, o cabo de um garfo de churrasco quebrou e um pedaço do objeto voou direto para a cabeça de Smokey, um filhote de três meses. Ferido, o cão correu para uma área de mato próxima à casa e ficou perdido por três dias até ser resgatado e levado para o hospital.

Na sala de cirurgia, o veterinário Keaton Smith levou cerca de 30 segundos para retirar o garfo. "Quando vimos o raio-X, ficou claro que o garfo não estava na cavidade do crânio ou atrás do olho, mas no cérebro", contou.
Depois da cirurgia, o cão ainda ficou com os movimentos de um olho lentos. "As terminações nervosas em torno do olho ainda parecem lentas, mas eu acho que ele vai se curar com o tempo. Ele é realmente um pequeno milagre", diz o médico.

Fonte: http://olhar45.blogspot.com/2009_07_01_archive.html((•)) Ouça este post

sábado, 2 de janeiro de 2010

Meu reveillon

Esse foi o nosso primeiro reveillon juntos. Foi um dia/noite agitados, rsrs.
Fiquei na casa da vovó. Depois fomos pra casa da tia Carine e depois pra casa de papai.
Tudo isso num dia só!! Fiquei cansadinho, mas aprontei todas na casa do papai, hihihi!!!
Carinho de vó, não tem preço, até dormi um pouquinho depois que inventaram de me escovar e cortar os pelinhos enrolados.

No colo do papai, ele fica meio sem jeito, mas até que gostei, fiquei bem aconchegado nos braços dele. Desculpa por ter feito xixi na sua cama, papi...

Essa, é minha família. Faltou minhas tias e o vovô, mas não gostam de sair em foto, fazer o quê, né?((•)) Ouça este post