Revista Pet Bunny e Cia

sábado, 31 de outubro de 2009

Fim inesperado.. e impressionante!!

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Eu faço a minha parte.

Ontem à noite eu soltei Hamy no meu quarto para se distrair um pouco e se acostumar comigo. Teve uma hora que deixei ele sozinho no quarto enquanto ia assistir à tv.
Voltei alguns minutos depois e procurei por ele. Para minha surpresa, ele estava deitadinho, todo à vontade no mesmo cantinho que Tuig gosta de ficar. Tava tirando uma sonequinha. Coincidência?? Afinal, são irmãozinhos!!
Tava tão bonitinho!! Sou uma boba mesmo, quando o assunto é animais eu me derreto. Vendo ele alí, dormindo tão aconchegado, em paz, tranquilo... eu deitei no chão e fiquei admirando um bom tempo a cena. Senti uma paz no coração tão grande, fiquei emocionada também, lembrando de como ele vivia na loja de animais, numa gaiola suja, toda enferrujada, água turva, cheiro de mofo... que mudança... agora é água mineral trocada todo dia, gaiola limpa com a mesma frequência, algodão na casinha, gaiola de 3 andares só pra ele, ração da melhor qualidade, petiscos de vez em quando... passeios noturnos no meu quarto e carinho. Não é aconselhável adquirir animais nas condições que eu costumo fazer... mas eu sinto que preciso agir assim, sabe? Precisava "salvar" ele. Os outros estavam tranquilos, ele era o único ativo, sentia que ele pedia pra sair dali e ainda estava com o narizinho ferido em cicatrização. Precisava cuidar dele. Teve diarréia leve no início, mas já passou. Ele está muito bem, já está me reconhecendo, aceita meus carinhos sem reclamar, estou ganhando sua confiança aos poucos.
Ah! Fui comprar pó de banho para Hamy e nessa mesma loja, vendia coelhos. Presenciei uma cena que fiquei chocada. Uma vendedora pegou um coelhinho para uma provável compradora adivinhem como: segurando pelas orelhas. Cheguei sentir meu coração estremecer. Deu vontade de falar, mas achei melhor não, embora o fizesse se ela ficasse mais tempo com ele pendurado daquele jeito. Sai logo da loja, mas fiquei remoendo a cena em minha mente e arrependida por não ter falado que não se pega em coelhos pelas orelhas, pois sentem dor. É revoltante ver pessoas que se propõem à comercializar animais, que deveriam ser as orientadoras dos compradores no manuseio e cuidados deles, serem os mais ignorantes na história. E a compradora também não entendia nada de coelhos, o que é um erro gravíssimo!!! O local que eles ficam é visivelmente insalubre, muito mofo, pouco arejado, água de beber turva, mau cheiro, gaiolas muito enferrujadas... a compradora queria saber o sexo do animal e o vendedor nem sabia olhar direito, ficou chutando pois não usou a técnica correta e eu observando, com a "língua coçando" mas me segurei. Temos que saber o momento de falar e de calar. E se eu começasse a falar, poderia ficar desagradável: fatalmente iria criticar as condições de vida daqueles animais ali. Eu estava revoltada. Além do mais, não iria resolver o problema deles, mas já faço a minha parte: os que estão sob meus cuidados, eu realmente cuido e da melhor forma que posso e procuro passar essas informações através desse blog, com o fim de disseminar uma consciência humanitária para com os animais. E o mais importante: diante de Deus e da minha consciência, estou em paz.
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Acorda, mamãe!!


Tuig é mesmo um fofo!!
Ontem me acordou mordiscando os meus pés, decidido a não me deixar voltar a dormir, e não tive outra alternativa!!! kkkkkkkk
Primeiro foi num pé, eu tirei e ele atacou o outro e me chamou a atenção a insitência dele. Queria o café-da-manhã dele rsrs.
E hoje, foi lindo!! Ele subiu na cama e colocou uma patinha em cima do meu peito e ficou me olhando, ficamos cara-a-cara. É uma sensação tão... gostosa, como se estivesse falando comigo: "ei, acorda que eu quero um carinho!!" Imediatamente atendi ao seu apelo, lhe aconcheguei ao meu lado e ele dormiu um pouquinho com meus carinhos, beijos. Não existe forma de acordar mais gostosa nesse mundo!!!!!!!!((•)) Ouça este post

Atitude digna de aplausos!!


Grace Slick, cantora do Jefferson Airplane, banda pioneira e marco do rock psicodélico, está pressionando o Congresso a aprovar um projeto de lei, para o fim de experimentos cruéis em chimpanzés e outros mamíferos. “Farei o que puder”, disse ela, em sua casa na Califórnia. “Quero que toda e qualquer ideia sobre testes em animais seja proibida”, diz ela.
Slick faz parte de um amplo esforço, conduzido pelo Comitê de Médicos pela Medicina Responsável, para acabar com os testes de medicamentos em animais. Os ativistas buscam a liberação dos chimpanzés de propriedade federal para santuários permanentes e o fim do financiamento da reprodução dos chimpanzés para os experimentos.

Ela gravou uma mensagem telefônica sobre o assunto, que foi entregue a todos os legisladores. O grupo de médicos está exibindo fotos e vídeos dos testes anteriores realizados em chimpanzés, que agora estão vivendo em santuários. “As pessoas tendem a usar celebridades porque acreditam em nós. Você só precisa saber do que você está falando”, diz ela.

Slick esteve envolvida na luta contra a experimentação animal há mais de 30 anos. Seu interesse pela causa surgiu quando ela recebeu um panfleto no correio sobre pandas sendo ameaçados. “Não é apenas um negócio emocional. Tem a ver com ciência”, diz ela, chamando a experimentação animal de “ciência malfeita”.

Argumentando que é difícil estender as lições aprendidas e observadas em ratos e chimpanzés a seres humanos, pois não é possível prever os efeitos e reações, ela diz: ”Nós não somos como os ratos”.((•)) Ouça este post

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Cobra fica amiga de hamster que seria sua refeição


Uma cobra do zoológico japonês Mutsugoro Okoku, em Tóquio, ficou amiga de um hamster que foi posto na caixa onde vive o réptil para servir de comida.

O hamster Gohan (refeição, em japonês) foi colocado na caixa em outubro do ano passado como um teste, já que Aochan, a cobra, evitava o cardápio de ratos congelados e corria risco de vida por inanição.

Mas ela não quis comer o hamster Gohan, e agora os dois convivem fraternalmente sob o mesmo teto.

– Eu nunca tinha visto uma coisa dessas. Gohan às vezes sobe em Aochan para cochilar em suas costas – disse Kazuya Yamamoto, funcionário do zoológico.

Fonte:http://hamster-friends.blogspot.com/((•)) Ouça este post

São inteligentes sim!!

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Hamster Winter White


Menos comum que o Anão Russo Campbells, o Hamster Anão Russo Winter-White é originário do leste do Cazaquistão e sudoeste da Sibéria, onde vive em estepes. O nome Winter-White, que pode ser traduzido como "Branco-Invernal", é devido à tendência que possui de se tornar branco no inverno. Nesta época, quando os dias são mais curtos, a pelagem do hamster pode se tornar mais clara, apresentar manchas brancas ou mesmo se tornar completamente branca. A finalidade desta transformação, no habitat natural, é confundir-se com a neve de inverno. Caso contrário, sua cor escura ,sob o fundo branco de neve, atrairia seus predadores. Em geral, o Winter-White não se reproduz quando sua pelagem está branca. Também conhecido como Hamster Siberiano (não confundir com o Sírio!), o Winter-White é mais compacto que o Anão Russo Campbells, tem olhos mais proeminentes e uma espinha curvada, que lhe confere um aspecto ovalado. Esse hamster é raro em lojas de animais.

Cor: a cor original do hamster Anão Russo Winter-White é cinza escuro, com o subpêlo cinza ainda mais escuro. Também existem diversas outras variedades, como o safira (violeta-acinzentado), o imperial (com a barriga branca) e o pérola (branco com ricos coloridos pelo corpo).

Tamanho: de 8 a 10 cm

Foto: Hamy, meu caçulinha, que é dessa espécie.
Fonte: http://hamster-friends.blogspot.com/2007/12/o-hamster-ano-russo-existem-duas.html((•)) Ouça este post

Mulher é condenada por crueldade contra coelho, nos Estados Unidos

Após ter sido considerada culpada por deixar um coelho angorá em “condições sórdidas, sem comida” e com a pelagem de sua perna embaraçada, uma mulher de North Hampton, EUA, foi obrigada a pagar uma multa, reparar os danos e lidar com restrições impostas pelo tribunal em sua futura tutela de animais.

Kristen Gilmore, 39 anos, da Estrada Lafayette 116R, confessou sua culpa na acusação de crueldade contra animais e foi obrigada pelo tribunal a desistir da tutela do coelho, que desde então está vivendo com uma família adotiva. O pleito negociado resultou em uma acusação de contravenção por crueldade animal, tendo sido arquivado por um ano, com severas condições pendentes. Essas condições incluem a obrigação de Kristen apresentar um bom comportamento e não poder mais tutelar animais, a não ser o cão e o gato que ela já tem, por um ano.
Além disso, Kristen teve que pagar uma multa de $1.000, com a metade suspensa, e $140 em reparação para a Sociedade para a Prevenção de Crueldade contra Animais de New Hampshire (SPCA), em Stratham.

O promotor Karl Durand disse que o animal foi protegido e que a indenização foi mínima porque a SPCA encontrou uma família adotiva rapidamente e Kristen era ré primária. Se ela for presa no decorrer de um ano, a acusação de contravenção pode ficar mais séria e “punições pesadas” serão impostas, segundo informado por Karl.

De acordo com os registros do tribunal, uma habitante de Marjorie Drive chamou a polícia no dia 6 de novembro de 2008 para denunciar que Kristen havia se mudado de uma residência naquela rua e que havia deixado o coelho em uma gaiola no quintal. No mesmo dia, o oficial de controle animal da cidade se dirigiu à casa e encontrou o coelho com o seu pelo “profundamente embaraçado”, sem comida e engaiolado, misturado aos seus próprios dejetos, de acordo com o relatório da polícia.

Sete dias depois, Kristen disse ao oficial de controle animal que o coelho era dela, se referiu ao animal como tendo sido roubado e disse que o queria de volta. Uma avaliação veterinária concluiu que o coelho estava muito magro e negligenciado “ao nível de abuso”, de acordo com os registros do tribunal.((•)) Ouça este post

Hamy, meu caçulinha!!



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Sensibilidade Animal e posse responsável

Visitei nesse final de semana, uma feira de filhotes aqui em salvador realizada no estacionamento de um shopping.
Logo de cara, me deparei com bois, vacas e cavalos... "não era pra ser apenas filhotes?" pensei que estava na exporural que costuma ter por aqui também... enfim... mais adiante cada coisa linda!! Várias raças de cães, até o gato da raça ragdol que postei sobre ele aqui no blog, estava exposto. Tive o enorme prazer em carregar um filhote espoleta de chow chow que foi uma atração à parte. A criadora não queria, mas depois deixou eu carregar e as pessoas vieram para tirar uma casquinha do pequeno acariciando e tirando fotos, mas tudo isso no meu colo, claro. É tão gostoso o danadinho!! Tirei algumas fotos com ele mas ficaram parecendo fotos do além: só tinha luz, rsrs. Meu fotógrafo não é muito bom (meu namorado). Bem, essa foi a parte maravilhosa da feira. Mas observei algumas coisas que me deixaram um pouco indignada: o alojamento desses animais. Acho incrível a falta de sensibilidade das pessoas e como o capitalismo se sobrepõe ao bem estar até dos animais, pobres inocentes. Filhotes bem novinhos, menos de 60 dias em cima de grades sem proteção, totalmente desconfortáveis, em espaços pequenos... os gatos ragdoll, filhotes, estavam com aspecto nada saudável nem atrativo para compra; um mesmo estava visivelmente doente. Um buldog em uma "jaula" minúscula onde ele mal podia se mover... tudo isso me deixou chateada, ao ver que o interesse alí era só vender os "produtos" expostos e nada mais. Havia muito incentivo para aquisição de um filhote, com banners enormes com frases encantadoras e convincentes sobre a maravilha de se ter um cachorro. Mas não havia preocupação com "a posse responsável". Muitas pessoas compram animais por impulso, ainda mais quando se trata de fofos e meigos filhotes peludos e brincalhões. Muitos se esquecem de que antes disso tudo, é uma vida, que pode adoecer e isso significar muitos gastos com veterinário e remédios; que requer muita dedicação, atenção, carinho e isso requer tempo disponível que muitos não tem. Observei a tendência em se dizer "pode ser criado em apartamento sem problemas!!". Não concordo. Tuig (meu coelhinho) vive em apartamento, mas confesso que não é o lugar ideal para ele. Quanto mais um cachorro!! Independente do porte. Ah, claro, depende do apartamento!!
Mas em geral, são espaços pequenos e não oferecem uma infraestrutura adequada para abrigar os caninos que gostam e precisam de espaço.
Acabei de comprar um hamster anão russo winter white. Ele (Hamy) vive numa gaiola de 3 andares mas comecei a achar o espaço pequeno e estava pensando em mudar ele para a gaiola de Tuig, 5 vezes maior. Imagine que o vendedor me ofereceu uma gaiola que media 30cm X 20cm dizendo que era o ideal para o tamanho dele!! Eu me preocupo muito com o bem estar dos animais que tenho, me coloco no lugar deles e acho que esse é o ponto de partida para "a posse responsável". Claro que antes, pesquisei muito sobre ele, doenças, alimentação, comportamento, hábitos, além de assistir vários vídeos. Parece Tuig em miniatura, rsrs.
O mesmo se dá com peixes betta. Quando comprei Teófilo, a vendedora falou "eles podem ser criados até num copo!". Que absurdo. Ela estranhou minha preocupação em comprar um aquário maior do que o de costume para bettas. Como Teófilo era menor que Teodoro, betta que eu já tinha, ficou no aquário de Teodoro e esse, no aquário novo e maior. Ele ficou mais feliz: ficou mais ativo. Sou feliz e agradeço à Deus por ter alguma sensibilidade em perceber as necessidades dos animais.
A turminha aqui em casa é especial: Tuig, Teodoro, Teófilo e Hamy, o caçulinha.
Pretendo ter mais animais, mas só quando tiver mais espaço. Estão na lista: chinchila, porquinho da índia, piriquito e cachorro chow chow... mas essa lista pode aumntar!! kkkkkkkkkkkkkk((•)) Ouça este post

Aplausos para essa iniciativa.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Meu caçulinha: Hamy

Esse é o mais novo membro da nossa família: Hamy, um hamster anão russo winter white (segundo pesquisei uma raça pouco comum)e o vendedor não soube precisar a idade dele, fato é que era o único desse tipo na loja e não pensei duas vezes. É macho e lindo!!!


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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Galinha adota família de gatinhos recém-nascidos

A natureza pode mesmo ser muito surpreendente. No interior de São Paulo, os moradores de um sítio levaram um susto. Dentro do cesto onde fica a galinha, eles encontraram uma família bem fora dos padrões.

No cesto de palha, debaixo da galinha, os gatinhos recém-nascidos dormem tranquilos. A mãe verdadeira observa tudo do alto do muro, com cara de quem não está entendendo bem essa história. Os donos da fazenda acham que a gata aproveitou quando a galinha saiu do cesto e deu cria ali.
“Acho que é uma troca de favor. Os gatos ficaram na propriedade para evitar que ratos comam a ração das galinhas. A galinha agora toma conta dos filhotes”, diz o produtor rural Marcos Gomide.

A dona de casa Silmara Simonagio não consegue nem chegar perto dos bichinhos: “Quero tirar a galinha para ver se a gata vem. Acho que vou ter que arrumar uns pintinhos para ela tomar conta”.

O veterinário explicou que todas as fêmeas têm instinto maternal, mas também se surpreendeu. O mais comum é que aves adotem aves e mamíferos adotem mamíferos.

Fonte: www.anda.jor.br((•)) Ouça este post

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Meu lindinho!!!


Quase sufoco nessa foto de tanto q ela me apertava!!
Foi na casa da vovó.((•)) Ouça este post

É muito amor!!


Ai, ai, ela já gosta de ficar me apertanto assim...((•)) Ouça este post

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Que denguinho!!

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Graciosos pequenos coelhos


Na residência da dona de casa Daniele Alves, o animal de estimação é uma fêmea de minicoelho. Lila foi presente de Páscoa para as filhas Natália, de 3 anos, e Camila, de 6 anos. “Elas queriam um bichinho. Minha mãe achou bonito e tranquilo de criar em apartamento”, diz Daniele. Essas estão entre as principais características que têm atraído o público para a criação de minicoelhos, além do tamanho reduzido. Assim como todos os outros tipos de coelho, eles são carinhosos e silenciosos e não precisam de banho.

Do ponto de vista veterinário, não é tão simples criar um animal como esse. “Há detalhes de dieta e manejo que precisam de atenção. A saúde deles é muito frágil”, afirma a veterinária Maíra Nogueira, da Clínica Vida Livre. Segundo a médica, eles são muito sensíveis ao frio e um simples banho pode matar, mesmo se for de água quente. “Eles pegam pneumonia com facilidade. São muito peludos e até que sequem já passaram muito frio”. Maíra explica que a falta de banho não dá mau cheiro. “O que dá é o contato com fezes e urina. O ideal é que fiquem em gaiola específica para evitar esse contato.”

Perfil

As características físicas dos minicoelhos podem variar de acordo com a raça

Peso: 1,3 a 2 quilos.

Tamanho: 20 a 30 centímetros.

Pelagem: curta ou longa.

Temperamento: brincalhão e companheiro.

Origem: principalmente Estados Unidos, França, Inglaterra e Holanda.

Expectativa de vida: 8 anos.

Preço: R$ 75 a R$ 120.

Fonte: Silmara Egg, criadora da Vila dos Coelhos.

A dieta primordial é de folhas verdes e ração especial para coelhos. Nunca ofereça comida caseira, pois pode causar intoxicação. “A ração auxilia no desgaste dos dentes incisivos, que possuem crescimento constante”, explica a zootecnista Katia Kussakawa, professora das Faculdades Integradas Espírita e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

No Brasil, há centenas de raças de minicoelhos originárias de várias partes do mundo. Segundo Katia, de forma geral não há diferenças marcantes de temperamento. Diferem mais na aparência, com tamanho dos pelos e disposição das orelhas, que podem ser caídas (lop) ou eretas. Como animal de estimação, o melhor é optar por raças de pelo curto, como holland lop ou mini holandês. Eles deixam menos rastros (pelos) nas roupas e na casa. Outras raças comuns são fuzzy, lion e mini lop.

Apesar de muito dóceis, os minicoelhos são temperamentais, segundo a criadora Silmara Egg, da Vila dos Coelhos, em Campo Magro, região metropoliana de Curitiba. “A maior característica é virarem-se de costas”. É o caso da minicoelha Lila que gosta muito de receber carinho e brincar, mas quando fica incomodada sabe bem como ignorar as pessoas. “Se chega alguém que ela não conhece, ela dá as costas e faz de conta que não tem ninguém ali”, afirma Daniele.

Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo((•)) Ouça este post

sábado, 17 de outubro de 2009

Que lindo! Veado fêma adotou o coelhinho!

Esse é o fantástico mundo animal... que eu adoro!!
Nem os outros animais resistem à fofura de um coelho.
Uma encantora sequência de fotos:











Fonte: http://pink.dornbeast.com((•)) Ouça este post

Macaco sem pernas e um braço vive com coelho em Bangcoc


O macaco “BoonLua”, de 6 anos, que há três anos sofreu amputação das pernas e de um braço após ser atacado por cães em Bangcoc, convive agora, harmoniosamente, com o coelho “Toby”. Ao quase ser destroçado, ele se arrastou para um templo da província de Ayuthaya, foi acolhido, recebeu tratamento médico e sobrevive com a ajuda de seu “novo amigo”.
Fonte: http://pink.dornbeast.com/?p=949((•)) Ouça este post

Rottweiler adota e salva porquinha de três semanas de idade

Um filhote de porco que foi abandonado por sua mãe encontrou uma nova casa após ser adotado… por uma Rottweiler. A porquinha - chamada Apple Sauce - passou fome quando foi rejeitada pela mãe como a mais fraca em uma ninhada de 13 animais. Mas a amante de animais Heidi Rhiann torceu para que a Rottweiler que tutela, Sasha, pudesse ajudar após ter dado a luz a 8 filhotes. “Foi uma visão fantástica ver a pequena porquinha se aconchegando em uma grande Rottweiler e em seus filhotes”, disse Heidi.
“É maravilhoso o fato de que os instintos maternais de Sasha se expandiram para salvar Apple Sauce”.
“Era a última chance da porquinha. Eu enrolei Apple Sauce em um cobertor em que os filhotes haviam estado para tentar transferir os odores e a deixei perto de Sasha. Uma hora depois eu voltei para ver como eles estavam e Apple Sauce estava mamando”, disse a amante dos animais.
Foi a primeira ninhada de Sasha, uma cadela de 18 meses e 45 kilos. Com três semanas de vida, Apple Sauce se acomodou aos filhotes, que têm duas semanas de vida.

“Apple Sauce estava pele e ossos quando eu a deixei com Sasha e agora ela está ganhando peso e ficando até gordinha. Nós a alimentamos com um alimento suplementar e Sasha dá um uivo de preocupação quando pegamos a porquinha, como se dissesse: ‘O que vocês estão fazendo com meu bebê ?’”, disse Heidi.

”Os filhotes e Apple Sauce se dão muito bem - é lindo vê-los pois os filhotes são todos pretos e a porquinha rosa e azul”.



Fonte: http://www.anda.jor.br/((•)) Ouça este post

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Esclarecimentos

Quem acompanha meu blog, já sabe do meu interesse e amor aos animais. Em especial roedores e lagomorfos (ordem dos coelhos), e quem não acompanha, não é difícil observar isso. Tenho pesquisado muito sobre maus tratos a animais e notícias correlatas e tenho batido tanto nessa tecla, que senti a necessidade de esclarecer algumas coisas ao meu respeito. Primeiro que não sou ativista da causa animal (por enquanto), não sou adepta do vegetarianismo nem do veganismo.

A idéia inicial desse blog foi uma homenagem ao meu Tuig, inclusive a música de abertura, Espatódea, de Nando Reis, diz o que ele representa para mim, além de compartilhar a experiência de ser ter um coelho criado solto, com total liberdade dentro de casa como se fosse um filho e isso acompanhado de fotos e filmetes.

Da necessidade (e responsabilidade) de cuidar dessa vida da melhor forma possível, nasceu uma incansável pesquisadora (em início de carreira, rsrs) de roedores e lagomorfos. Sonho em ter uma turminha bem eclética em casa: um minilop (raça de coelho maior que Tuig de orelhas caídas), chinchila, hamster,porquinho-da-índia e uma ave, ainda estou decidindo entre jandaia e periquito, com forte inclinação para o último. Até lá, vou pesquisando tudo o que posso sobre todos eles, afinal, decidir ter um animal é muita responsabilidade e requer muitos cuidados, além de tempo, dedicação, amor e conhecimento para evitar arrependimentos. Por enquanto, só tenho Tuig(mini lion),Teodoro e Teófilo(peixes betta).

Bem, depois que passei a criar meu coelinho Tuig, meu amor por ele cresceu tanto, que fiquei mais sensível à essas questões, até mesmo gato, que tinha verdadeiro asco, hoje procuro ser mais tolerante lendo e pesquisando sobre o felino, inclusive já postei sobre duas raças lindas (pode pesquisar na busca: ragdoll e depois maine coon, no início do blog) e o porquê do preconceito que muitos tem.
Como qualquer pessoa dita normal, me compadeço das situações terríveis por quais muitos animais passam, inclusive em seus lares. Revolto-me com a posse irresponsável, com a falta de sensibilidade, enfim.

Por tudo isso, tenho focado muito nessa questão e vou continuar seguindo essa linha; pretendo postar alguns vídeos educativos sobre posse responsável dentre outros, mas o tema sendo sempre os animais. Claro que o meu "anjinho", razão de ser desse blog, não poderia ficar de fora, além de fatos/vídeos/fotos curiosas desse espetacular mundo animal.

Aplaudo iniciativas em prol dos animais, os movimentos ativistas, coloco os endereços/links aqui no blog, incentivo que as pessoas visitem esses sites, mas não quer dizer que concordo com absolutamente tudo, pois alguns movimentos são extremistas e isso eu não apóio.

Os leitores podem observar que sempre coloco a fonte das postagens no final para comprovar a fidedignidade das informações e também, como uma forma de respeito aos autores/blogueiros. Procuro atualizar frequentemente com novas postagens e sempre com a preocupação de que o leitor tenha a sensação que valeu a pena ter dedicado alguns minutos do seu tempo, à leitura desse blog.

Comentários serão sempre bem vindos.

Agradeço a visita e a atenção.

Gêisa Lopes.((•)) Ouça este post

Declaração Universal dos Direitos dos Animais - DUDA


A Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada pela UNESCO (e posteriormente pela ONU), no dia 27 de Janeiro de 1978, em sessão realizada em Bruxelas - Bélgica.

Preâmbulo:

-Considerando que todo o Animal tem direitos.
-Considerando que o desconhecimento e desrespeito dos ditos direitos conduziram e continuam a conduzir o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais.
-Considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana dos direitos à existência das outras espécies de animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo.
-Considerando que o homem comete genocídios e que exista a ameaça de os continuar a cometer.
-Considerando que o respeito pelos animais, por parte do homem, está relacionado com o respeito dos homens entre eles próprios.
-Considerando que faz parte da educação, ensinar, desde a infância, a observar, compreender, respeitar e amar os animais.
Proclama-se o seguinte:

Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º
a) Todo o animal tem o direito de ser respeitado.
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou de os explorar, violando esse direito. Tem a obrigação de empregar os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
c) Todos os animais têm direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.

Artigo 3º
a) Nenhum animal será submetido a maus tratos nem a actos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, esta deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia.

Artigo 4º
a) Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e a reproduzir-se.
b) Toda a privação de liberdade, incluindo aquela que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º
a) Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente em contacto com o homem, tem o direito a viver e a crescer ao ritmo das condições de vida e liberdade que sejam próprias da sua espécie.
b) Toda a modificação do dito ritmo ou das ditas condições, que seja imposta pelo homem com fins comerciais, é contrária ao referido direito.

Artigo 6º
a) Todo o animal que o homem tenha escolhido por companheiro, tem direito a que a duração da sua vida seja conforme à sua longevidade natural.
b) O abandono de um animal é um acto cruel e degradante.

Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a um limite razoável de tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º
a) A experimentação animal que implique um sofrimento físico e psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentações médicas, cientificas, comerciais ou qualquer outra forma de experimentação.
b) As técnicas experimentais alternativas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º
Quando um animal é criado para a alimentação humana, deve ser nutrido, instalado e transportado, assim como sacrificado sem que desses actos resulte para ele motivo de ansiedade ou de dor.

Artigo 10º
a) Nenhum animal deve ser explorado para entretenimento do homem.
b) As exibições de animais e os espectáculos que se sirvam de animais, são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º
Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um crime contra a vida.

Artigo 12º
a) Todo o acto que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um crime contra a espécie.
b) A contaminação e destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º
a) Um animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência nas quais os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se essas cenas têm como fim mostrar os atentados contra os direitos do animal.

Artigo 14º
a) Os organismos de protecção e salvaguarda dos animais devem ser representados a nível governamental.
b) Os direitos dos animais devem ser defendidos pela Lei, assim como o são os direitos do homem.((•)) Ouça este post

Humanos são enjaulados no zoologico de Salvador


O Dia das Crianças contou com algumas opções de lazer em vários pontos da cidade, mas no Parque Zoobotanico de Salvador, em Ondina, as crianças tiveram uma grande surpresa. No lugar de onças, ursos e leões, elas encontraram humanos em uma das jaulas do zoológico. “Meu Deus mãe! Por que eles estão presos lá dentro? Eles fizeram alguma coisa grave?”, espantou-se Lara Souza, de 7 anos.

A intenção, no entanto, não era só a de causar surpresa, mas conscientizar crianças e adultos sobre o aprisionamento de animais. “O que queremos é mostrar para as pessoas que o zoologico não deveria ser apenas um local de diversão, de entretenimento, mas um espaço de reabilitação e preservação dos animais”, diz o presidente do Instituto Abolicionista Animal, Heron Gordilho, que junto com universitários de diversas áreas do conhecimento, realizou a ação de conscientização para o Dia das Crianças.

Na opinião do estudante de direito da Universidade Católica do Salvador (Ucsal), Gilmar Freire, os animais deveriam ficar em seu habitat. “Uma vez recuperado, os animais deveriam retornar ao seu habitat natural porque, assim como nós, humanos, eles também têm seus direitos”, diz Freire, que integra a equipe que promove ações em defesa dos animais.

A ação realizada no zoológico contou com o apoio de muitos pais, a exemplo do vendedor Dinaldo Rodrigues, 32 anos. “É importante porque mostra que todos nós somos a mesma coisa. Não somos melhores que nenhum desses bichos que estão aqui dentro”, disse. Mas, houve também quem discordasse. “Isso é palhaçada desses estudantes que não têm o que fazer”, disse um senhor, sem querer se identificar.

Fonte: http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1253644((•)) Ouça este post

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Associações protetoras de animais em Salvador

Associação Brasileira Protetora dos Animais
Travessa Mário, 10 - Politeama
Fone: (71) 3329 1813 / 3235 5983 / 3264 5983
Salvador - BA

Sociedade Baiana de Defesa Animal
Fone: (71) 3240 0708
Salvador - BA

Denuncie maus tratos aos animais!!
É um dever de quem tem coração e amor à vida!!((•)) Ouça este post

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

domingo, 11 de outubro de 2009

Instituto Nina Rosa

Como de costume, pesquisando sobre animais para postar no meu querido blog, encontrei a história de uma mulher com quem me identifiquei. Nina Rosa. Ela se descobriu amante dos animais e mais do que isso, tem uma missão através do seu instituto: Promover a valorização da vida animal por meio da educação humanitária.
Destaco o trabalho que ela fez com um cãozinho encontrado na avenida Paulista em estado deplorável, e, com muito amor, carinho, cuidados, ficou irreconhecível.
Vale a pena acessar o site do Instituto Nina Rosa para conhecer esse e outros casos:
http://www.institutoninarosa.org.br/o-inr/nina-rosa
Veja esse vídeo institucional:

Esse vídeo a seguir, de Nina Rosa, é importante que todos assistam. É forte, mas retrata o que está por trás dos ensinos acadêmicos das áreas de biologia, veterinária, experimentações científicas, que muita gente nem imagina. Fique chocada, senti uma fraqueza, uma tristeza muito grande e chorei. Dá uma sensação de impotência não poder fazer muito para ajudá-los... mas uma coisa eu posso. Estou trazendo esse vídeo para quem acessar meu blog poder encaminhá-lo à todos que conhece e disseminar essa informação e despertar nas pessoas a consciência humanitária do cuidado com os animais. E esse cuidado, pode começar com o nosso cachorrinho que tá lá no fundo do quintal, largado, amarrado, comendos nossos restos, sem atenção, sem carinho... pense nisso. Se coloque no lugar dele...



Conheça Nina Rosa: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG73199-6014,00-NAO+COMA+NADA+QUE+TENHA+ROSTO.html((•)) Ouça este post

União Europeia quer legalizar crueldades com animais usados na experimentação



Tem coisas que são inacreditáveis e estarrecedoras!!:

Funcionários públicos britânicos ficaram chocados com o grau de sofrimento permitido pela proposta de regulamentação da União Europeia de experimentos com animais. O projeto de diretiva da UE “relativa à proteção dos animais utilizados para fins científicos” permite que macacos, cães, gatos e potros utilizados em experimentos sintam dor intensa e duradoura.
Segundo as normas, ossos dos animais podem ser quebrados, eles podem sofrer paralisação por choques elétricos. E mais: é permitido que o animal sofra traumatismo levando à falência de múltiplos órgãos; os experimentadores podem ainda restringir o movimento dos animais, que podem ser mantidos em isolamento por períodos prolongados.
As normas também permitem o transplante de órgãos entre espécies, mesmo que isso leve a grande perigo à vida dos animais.
As regras deixam claro que as experiências não se limitam a raças pequenas, tais como beagles, mas incluem cães de grande porte, como o São Bernardo. Cavalos e pôneis criados em estábulos também podem ser utilizados pelos laboratórios na Europa, segundo a regulamentação.
A diretiva permitirá práticas proibidas na Grã-Bretanha, que podem continuar a impor suas próprias regras.
A BUAV (British Union for the Abolition of Vivisection), que faz campanha contra testes em animais, acusou a União Europeia de ignorar as preocupações da sociedade.

Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=24792((•)) Ouça este post

Filhos de Michael Jackson querem comprar pernas mecânicas para ajudar cão

Uma notícia boa, pelo menos!!


Prince e Paris, filhos de Michael Jackson, estão comovidos com a história do cãozinho Scooby-Roo – que virou notícia nos Estados Unidos recentemente – e pretendem ajudar o animal de apenas duas patas.Segundo o site TMZ, eles estão dispostos a pagar as próteses de 2 mil dólares necessárias para que o cachorro ande normalmente.

Fonte:http://www.anda.jor.br/?p=24758((•)) Ouça este post

Você gosta de comer hambúrguer? Então assista:


Sinceramente, não sei a veracidade dessas informações. Quanto à mistura de vários tipos de carne de animais diferentes... leia atentamente a embalagem quando for comprar na próxima vez.((•)) Ouça este post

Zoológicos: crueldade travestida de diversão


Para quem gosta de animais ir ao zoológico é um martírio. Lá os encontramos em ambientes totalmente artificiais, expostos à curiosidade dos visitantes, em espaços exíguos, muitas vezes deprimidos ou estressados. Embora existam zoológicos que forneçam um pouco mais de dignidade aos animais, o fato de mantê-los confinados fora de seus habitats naturais já pode ser considerado uma violência. De acordo com o promotor de justiça Laerte Fernando Levai, “manter animais confinados atrás das grades pode, a meu ver, configurar infração ao artigo 32 da Lei 9.605/98, que define o crime de abuso e maus-tratos”. Esta nova maneira de interpretar a lei se opõe à ideia, sustentada por muitos, de que os zoológicos exercem função educativa e protetora. Com relação a esta última função, podemos apontar uma alternativa mais saudável para abrigar animais que, em determinadas situações, necessitem de abrigo e proteção: os santuários. Com ambientes mais próximos do natural, são locais protegidos onde os animais podem se ressocializar com membros de sua própria espécie para, se possível, serem reinseridos em ambientes naturais.

Já em relação ao argumento de que os zoológicos exercem função educativa, o biólogo e ativista Sérgio Greif esclarece que “um animal em cativeiro não expressa seu comportamento natural”. O que os visitantes veem são apenas sombras dos animais que eles seriam caso tivessem a oportunidade de viver livremente. Além disso, Greif aponta que “a mensagem transmitida pelos zoológicos é que os animais são engraçadinhos e podemos mantê-los presos com o propósito de exibi-los. Essa não é minha concepção do que deveria ser a educação ambiental”.

Outra alegação comum é que os zoológicos podem funcionar como banco genético de animais que foram extintos ou estão à beira da extinção. Para Greif tal argumento não é válido, uma vez que “de nada serve preservar alguns poucos exemplares vivendo em cativeiro se esses animais jamais serão reintroduzidos em seus antigos ambientes, até porque, com frequência, sua extinção advém da supressão desses mesmos ambientes. Além disso, a recuperação da espécie com base em alguns poucos exemplares representaria um afunilamento genético. Se há realmente uma preocupação com a preservação das espécies, deveriam ser preservados seus ambientes naturais”.

A vida no zoológico é tão artificial que muitos animais apresentam distúrbios de comportamento e têm seu tempo de vida radicalmente alterado. Um exemplo são os elefantes. O tempo de vida de um elefante africano em zoológicos europeus dura em média 16,9 anos. Muito pouco se comparado aos 56 anos para os elefantes que morreram de causas naturais no Parque Nacional Amboseli, no Quênia. Segundo pesquisadores, as causas passam pela falta de espaço e pequeno número de outros animais com os quais possam formar grupos.

A faceta exploratória e abusiva dos zoológicos é também um reflexo da sua história: a ideia de colecionar animais exóticos nasceu na aristocracia do século XVI como sinal de status, e pouco a pouco os “estábulos” foram democratizados para o entretenimento da burguesia. Quando surgiram os “jardins zoológicos”, no século XX, ainda eram comuns as práticas de ensinar e domar os animais para que aumentassem o divertimento do público. Embora tais espetáculos não existam mais, o foco dos zoológicos continua sendo os interesses humanos, em detrimento dos interesses dos animais.

Por Mariana Hoffmann (da Redação) - 22/06/2009

Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=6059

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Falha do meu "despertador ambulante"


Que noite chuvosa foi essa!! Mas é tão gostoso pra dormir!! rsrs
E para minha surpresa, acostumada com meu dspertador ambulante que me acorda todo dia entre 5 e 6h, também curtiu o friozinho bom e me acordou 9hs!!!!!kkkkkkkkkkkkk((•)) Ouça este post

sábado, 10 de outubro de 2009

À procura da felicidade


É um tanto difícil um filme fazer com que aflorem lágrimas dos meus olhos, mas esse, é simplesmente espetacular. Quem ainda não assistiu, está perdendo um belíssimo e inspirador exemplo de superação, autoconfiança, amor, perseverança, determinação... um filme tocante com atuação brilhante do ator Will Smith e do seu filho, Jaden Smith. Trata-se de uma história real, que pode ser conferida no site: http://www.terra.com.br/istoe/1943/economia/1943_mendigo_milionario.htm.
Vale muito a pena.((•)) Ouça este post

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Meu Tib


Esse é Tib. Poodle com Cocker Spaniel muito lindo.
Só pegava no sono quando eu deitava ao seu lado, um amor!! Tinha dois meses quando resolvi adotá-lo, por impulso. Isso foi em março de 2008. No mesmo dia comprei ração, biscoitinhos, carne enlatada, brinquedos, shampoo, perfume, bola, caminha, comedouro, escova, nossa!! Quando cheguei em casa com ele, dei-me conta que morava em um apartamento e que ele acordava às 5 horas da manhã latindo muito e acordando os vizinhos!! Que choramingava à noite e dormia no meu quarto, embaixo da cama. Que adorava sujar meus tapetes todo dia de manhã, que era muito teimoso e arteiro, queria brincar o tempo todo. Tive que doá-lo. Foi terrível. Mas é o que acontece quando alguém resolve, por impulso, ter um animal de estimação sem analisar, friamente, se pode ou não, se tem condições de oferecer tudo o que o animal precisa, desde alimentação, remédios, veterinário, carinho, atenção e tempo. Requer muita dedicação e muito, muito amor.
O que mais me faltava era tempo e espaço. Foram cruciais na decisão de doá-lo.
Depois dele, veio Tuig. Mas diferente de Tib, Tuig foi minuciosa e exaustivamente planejado.
Mas sempre me lembro de Tib. O importante é que sei que está com um família que cuida muito bem dele. Mas não desisti da idéia, é só uma questão de tempo para eu aumentar a família. Já tenho Teodoro, Teófilo e Tuig. Ainda virão Hamy e Hiara (surpresa) e depois um cachorro e quem sabe, uma chinchila?? Louca? Eu? Sim. Sou LOUCA POR ANIMAIS!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK E muito feliz por ser assim. Veja meu garotinho Tib em ação, uma pestinha!! video((•)) Ouça este post

Olha meu pompom, gente!! rsrsrs

video((•)) Ouça este post

Joga fora no lixo!!

Kramba!! Semana passada tomei uma decisão: vou fazer uma limpa no meu guarda-roupas.
Gente, descobri tantas coisas que nem lembrava que existiam!! E claro, muito lixo.
Sacos e sacolas de supermercado, de lojas, embalagens de presentes... sempre tive a mania (como muitos leitores, rsrs) de guardar tudo, com a idéia de que "um dia posso precisar", e esse dia nunca chega até a gente jogar fora, kkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Mas ainda não senti falta de nada que joguei fora. Sinal que realmente não precisava.
Mas fiz doações também, aliás, muitas!! Roupas, calçados e até panelas!! Tudo guardado no meu pobre guarda-roupas. Sobrou mais espaço para as coisas realmente úteis. Pra ser sincera, fiquei até meio perdida com o espaço que sobrou: não tinha o que colocar no lugar.
Aí você, caro e curioso leitor desse blog, me pergunta: "Sim, e daí??"
E eu respondo: E daí que a sensação de se livrar do "apego" é
M A R A V I L H O S A!!
Na hora de entregar minhas "tralhas" quase tive um surto e pensei em rever tudo para analisar se realmente era o caso de doar, mas fui forte, resisti bravamente e me desapeguei de tudo! Foi um misto de liberdade, de leveza, sensação de renovação...
Precisamos nos desapegar das coisas, das pessoas, de tudo, pois o apego é uma forma de aprisionamento dos sentimentos, das atitudes e até dos pensamentos. Todos sofremos desse mal de alguma forma e precisamos aos poucos, trabalhar nossas relações com as pessoas e com as coisas, com o mundo, para sofrermos menos pois o apego também é uma fonte de sofrimento. Não sou psicóloga, mas acho que seria interessante pensarmos mais sobre isso e deixo aqui uma sugestão de leitura sobre o tema que fala sobre vários tipos de apego: http://www.institutouniao.com.br/artigos/apego.php
A seguir, fotos do meu momento de renúncia rsrs.

Esse foi o resultado: muito lixo!!!


E muita doação também!!
Jogue fora tudo o que não presta da sua vida!!
Comece pelo guarda-roupas, garanto: irá sentir-se muito melhor.
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AMOR

Eu sou da mamãe e mamãe é toda minha!!
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Tuig pestinha!!

Ai, Tuig tá uma pestinha!!!
Tá fazendo uma bagunça na cozinha. Derruba a ração toda e espalha tudo, derruba o banco da cozinha todo dia. Tá muito rebelde o garotinho e hoje, ao abrir a geladeira, ele correu e deitou, olha a foto:
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Chinchila Babys


Adoro animais, principalmente quando bbs. E essas chinchilas em cima do cão totalmente passivo, é muito interessante.((•)) Ouça este post

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Solidariedade Animal


Bonnie e Clyde foram resgatados depois de uma tempestade no Reino Unido. Estavam a vaguear sozinhos e não foram reclamados pelo dono.

São 2 border collie inseparáveis que fazem tudo juntos. Clyde está sempre uma passo mais atrás. Isso porque ele é cego - e sua companheira Bonnie actua como seu cão-guia. Ela leva-o à comida ou água, e deixa-o descansar a cabeça no seu lombo quando ele se sente um pouco perdido. Eles são inseparáveis e, se Bonnie não está por perto, Clyde recusa-se a mover uma pata.

Os dois estão alojados num centro de acolhimento para cães em Londres, Norflok chamado Green Meadow Dog Rescue Centre.

Este caso de solidariedade e amizade sem limites entre animais é uma linda história para festejarmos o Dia do Animal. Os humanos deviam por os olhos nestas atitudes de fidelidade e dedicação!

Fonte: http://bichoscaprichosvet.blogspot.com/((•)) Ouça este post

domingo, 4 de outubro de 2009

Todo mundo na fila pra não ser perder!!

Que lindos!!! São porquinhos da índia, que gracinha!!
Podem até me achar meio doida, mas, kramba... adoraria ter uma turminha dessa em casa, sabia? Além de hamster, coelhos, cachorros... kkkkkkkkkkkkkkk... pior que falo sério...
E eles são maiores que Tuig!!
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Verdadeira amizade! Historia Real, de fidelidade e amor

Nossa, esse vídeo quando assisti chorei demais, sou uma manteiga derretida por natureza e quando o assunto é animais, eu me desestruturo. E nesse caso então, difícil não chorar, viu... toda vez que vejo eu choro, como agora... e a canção, foi a mesma que dediquei ao meu coelinho Lupi, no momento de sua morte, por isso então, ver esse vídeo foi bem mais forte...no final, reflita sobre a mensagem.
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A Morte - A dor de uma perda na visão dos passarinhos

São imagens fortes para quem é sensível. Muito tocante e faz-nos pensar em muitas coisas sobre a vida...
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Vidas descartáveis: nossos “animais de estimação”


De onde vêm nossos animais de estimação? Muitos, comprados em lojas, são provenientes de “fábricas de filhotes”, empresas de pequeno porte que criam animais (geralmente cães) para serem vendidos em pet shops. São atividades de “fundo de quintal” que expõem os animais a situações de superpopulação, falta de higiene e ausência de cuidados veterinários e socialização. É comum que cães de “fábricas de filhotes” desenvolvam problemas físicos e psicológicos quando crescem. Muitos deles, ou seus filhotes, são abandonados. Se tiverem sorte, serão recolhidos e levados para um abrigo ou canil e talvez encontrem um lar. Estima-se que 25 milhões de animais vão parar nas ruas a cada ano, sendo que até 27 % destes são cães de raça. Desses 25 milhões de animais, 9 milhões, em média, morrem nas ruas de doenças, fome, ferimentos, ou outros perigos presentes na vida de rua. Muitos são cães perdidos, ou simplesmente abandonados por seus donos. Os restantes 16 milhões são mortos por falta de espaço em abrigos ou canis. Quase 50% dos animais que ingressam nos canis são trazidos por seus próprios donos. Muitas pessoas alegam que não visitam canis porque é deprimente. Mas se há tantos animais em lugares horríveis assim é porque as pessoas não castram seus animais. Muitas pessoas – principalmente os homens – acham que castrar seu animal afetará também sua virilidade ou sexualidade. Outros simplesmente desejam que seus filhos vivenciem o “milagre da vida” (presenciar o nascimento de novos animais). São proprietários assim que perpetuam o processo de “eutanásia” de mais de 60.000 animais todos os dias. Algumas das difíceis questões que devemos nos perguntar sobre nossos animais de estimação são: “podemos ter animais de estimação e atender às suas necessidades?”; “nós os mantemos pelos seus interesses ou os estamos explorando?” A maioria dos humanos é especista. Consentem e permitem que seus impostos financiem práticas que implicam o sacrifício dos mais importantes interesses de membros de outras espécies para promover os interesses mais triviais de nossa própria espécie. A esperança está numa cultura que nos ensine a sentir além de nós mesmos. Devemos aprender a empatia, a olhar nos olhos dos animais e sentir que a sua vida tem valor (resumido e adaptado do documentário “Terráqueos”; parte I*).13 de julho de 2009
Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=10087((•)) Ouça este post

O gato e o rato... um estranho caso de amor...

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sábado, 3 de outubro de 2009

Gatos da raça RAGDOLL




O Ragdoll, é um dos gatos de maior porte do mundo, sendo conhecidos por “bons gigantes”. É um gato leal, dócil, afectuoso, de temperamento fácil, conhecido pelos seus olhos azuis irresistíveis e pelo pêlo longo e sedoso.

Miam pouco, não gostam de agitação, são sossegados e muito sociáveis, não se escondendo nem fugindo quando a casa se enche de gente.

De doçura extrema são tão fiéis que um dos seus hábitos é esperarem os donos à porta, e acompanharem-nos por toda a casa, como uma segunda sombra. E adoram a cama e o sofá dos donos.

São gatos muito cuidadosos com o local onde colocam as patas, não fazem estragos, não mordem e não arranham. São gatos que se dão extremante bem com crianças e idosos, justam,ente devido a este lado tão cuidadoso.

Por serem muito grandes, são considerados animais de chão, pois saltar o tempo todo não é definitivamente um atributo dos ragdolls. São gatos que fazem tudo o que os outros fazem, porém com menor frequência, só brincando e correndo quando têm vontade. O desporto favorito é mesmo uma boa soneca num qualquer sofá da casa.

O nome de Ragdoll, que em português significa “ boneca de trapo” vem do facto de quando os seguramos ao colo terem o hábito de ficarem moles e frágeis, tal qual uma boneca de trapo. Isto deve-se à sua atitude descontraída em relação às pessoas, em quem têm confiança plena, ao contrário das demais raças, que ficam tensas e desconfiadas em contacto com os humanos.

É uma raça híbrida porque não foi gerada espontaneamente pela natureza, mas sim por intervenção humana, mais concretamente pela criadora Ann Baker, que fez o cruzamento de um gato Angorá com sagrados da Birmânia.

Esta raça tem quatro cores base:
seal, blue, chocolate e lilás e três padrões: Colorpoint em que o corpo se apresenta mais claro que o focinho, as orelhas, a cauda e as patas; Mitted, os gatos têm luvas brancas nas extremidades das patas e Bicolor, que não é mais do que um colorpoint com branco na face, em forma de V invertido.

O Ragdoll é um gato doce e de temperamento fácil, com a peculariedade de não reagir a agressões. É considerada uma raça grande e de pêlo semilongo. Perfeito para se ter num apartamento. Ele é um dos gatos de maior porte do mundo ao lado do Siberian Cat e do Maine Coon. O peso desse gigante varia entre 6 e 9 Kg nos e seus olhos são azuis.A completa maturidade da cor não é atingida até os dois anos de idade. O peso e tamanho completo se definem depois dos quatro anos de idade, no mínimo. Por ser uma raça pouco ativa, o Ragdoll tende a ser obeso. Esse grandalhão não é super agitado. O Ragdoll faz tudo o que os outros gatos fazem, porém com menor freqüência. Ele prefere ficar quieto ou dormindo a correr e subir nos móveis. Ele só brinca e corre quando está com vontade.Adora ficar junto aos donos, é extremamente sociável e sossegado, além de miar pouco.Sua pelagem não embaraça muito, porém deve ser penteada uma vez por semana. Banho só a cada três ou quatro meses e apenas quando estiver muito sujo.
" Pelo que pesquisei, um filhote está em torno de R$2500,00 a R$3000,00!!!!"

A seguir, um trecho do programa Hoje em Dia, da Record sobre gatos:


Fonte: http://revistaonlinegatosecia.blogspot.com/2009/07/raca-ragdoll.html
http://www.ruadireita.com/animais-estimacao/info/ragdoll-o-bom-gigante/
http://www.dolcevitaragdolls.com/((•)) Ouça este post

Por que as pessoas dizem que não gostam de gatos?

Revista Cães & Cia, n. 342, novembro de 2007

Estou cansado de ouvir pessoas dizerem que não gostam de gatos. Como sou fascinado por essas criaturas, resolvi tentar entender o porquê disso. Como é que alguém pode não gostar de animais tão maravilhosos?

Conversando com diversos “inimigos” de gatos, cheguei a algumas conclusões. Não sei se estão corretas, mas me confortam e espero que ajudem a confortar aos demais amantes dos felinos.

Nojentos e asquerosos
Há pessoas que dizem sentir nojo de gatos ou que os acham asquerosos. Logo imaginei que poderia ser aflição por pêlos, já que bastante gente gosta da pele de sapos ou de pererecas. Mas a maioria dessas mesmas pessoas não acha os cães nem um pouco nojentos ou asquerosos. Como? Os dois possuem pêlo e pele muito semelhantes, sendo que os gatos costumam estar muito mais limpos e com menos odores que os cães. Concluí que esses comentários não decorriam de características da pele ou do pêlo dos gatos. Essa minha primeira conclusão me deixou ainda mais curioso e continuei com minha pequena pesquisa...

Interesseiros e egoístas

O comentário que mais ouvi, sem dúvida nenhuma, é que os gatos são interesseiros e egoístas. Esse foi o principal motivo relatado pelas pessoas que diziam odiá-los. Achei curioso o fato de essas pessoas nunca terem tido um contato maior com gatos. O pouco que elas sabem é pelo que ouvem falar. Fui ficando cada vez mais curioso, pois como alguém pode ser capaz de odiar um animal que nem sequer conhece direito?

Prazer em falar mal do bichano
Outra coisa que me intrigava era as pessoas parecerem ter prazer em falar mal dos gatos ou ter orgulho em dizer que não gostavam deles. Mesmo quando eu perguntava especificamente se gostavam de cães, muitas me respondiam que sim e aproveitavam a deixa para dizer que, porém, de gato não gostavam! Da onde viria essa vontade tão grande de dizer que não gostavam de gatos?

Clube exclusivo
No decorrer de minha pesquisa, comecei a perceber que existia nas pessoas uma tendência de escolher entre uma espécie e outra, como se não pudessem gostar das duas. Se gosto de cães, automaticamente não posso gostar de gatos.

Ajuda de psicólogos e psicanalistas
Com uma porção de dados na mão e inúmeras dúvidas, resolvi bater um papo com especialistas em comportamento humano, ou seja, com psicólogos e psicanalistas.


Foi a partir dessa conversa que muitas coisas se esclareceram na minha cabeça e passei a compreender melhor os não amantes de gatos. Não quero dizer, com isso, que concordo com eles - simplesmente os entendo melhor!


Abaixo menciono algumas das nossas conclusões:

Quero falar de mim e ser aceito!
Quando alguém fala sobre algo, também está falando de si próprio. É o que acontece, provavelmente, quando a pessoa diz que não gosta de gatos. Em vez de dizer que não é egoísta, independente ou nojenta, simplesmente diz que não gosta de gatos. E a intenção de falar sobre si mesma e de estreitar o relacionamento terá funcionado se a pessoa com quem conversa também tiver repúdio por gatos.

Expectativa errada

Mas como é que o gato tornou-se sinônimo de interesseiro e independente? Provavelmente isso acontece porque há uma tendência natural de compará-lo com o cão, animal extremamente dependente e que necessita de constante aprovação das pessoas do seu grupo.
Não há como não se frustrar se esperarmos que um gato se comporte como um cão e vice-versa.

Dificuldade de aceitar o diferente
Para a maioria das pessoas, é muito mais fácil aceitar o comportamento canino, muito mais conhecido por elas e mais parecido com o nosso. Seres humanos são extremamente carentes e precisam de aprovação dos demais quase que constantemente, assim como os cães e diferentemente da maioria dos gatos.

Vença seus preconceitos!

Concluímos, com a pesquisa, que as pessoas falam mal dos gatos para conseguir atenção, para ser aceitas e para dizer que não são egoístas e que precisam das outras pessoas. Mas também dizem sem saber, pelo menos algumas, que são preconceituosas e que não conseguem amar seres diferentes delas!


Gatos são animais incríveis, mesmo sendo diferente dos cães e de nós. Reconhecer isso e aprender com as diferenças nos torna pessoas mais sensatas e humanas.


Fonte: http://www.caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=312

Esse artigo foi retirado do site de Alexandre Rossi (Dr.Pet), quem admiro muito pelo trabalho espetacular que faz e por amar tanto os animais. Esse tema me chamou a atenção por que eu sou uma dessas pessoas que tem verdadeiro asco por gatos.
Postei a pouco tempo, sobre uma raça de gatos que não conhecia, foi o vet de Tuig que me falou dela e pesquisei. Achei lindos. Quem não viu, pode ir no campo busca desse blog e digitar (Você já viu desse tamanho??), vale a pena ver as fotos e vídeo sobre o animal. Bem, durante minhas frequentes pesquisas sobre coelhos, descobri uma outra raça de gato (será que foi coincidência?) que é muito linda!! Fiquei encantada (??????)e preocupada, me perguntei: " Que está acontecendo comigo??" Pois tenho apreciado fotos de gatos ultimamente... na verdade, depois de Tuig fiquei mais tolerante ao felino e não sei porque considerei muuuito longe (mas considerei) a possibilidade de ter um e seria dessa raça: Radgoll.
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Dr. Pet - Alexandre Rossi


Alexandre Rossi é um cara louco por animais.
Zootecnista, mestre em psicologia pela USP e especialista em comportamento animal pela Universidade de Queensland, na Austrália, Alexandre percorreu o mundo estudando e trabalhando o comportamento dos bichos de diversas espécies.
Se você também ama esses bichinhos, e tem dúvidas ou sugestões sobre o blog, mande um e-mail para ele: faleconosco@caocidadao.com.br((•)) Ouça este post

Porco e coelho fazem amizade inusitada em fazenda britânica


Os animais se tornaram inseparáveis depois que William foi colocado em um cercado perto do do coelho. Quando eles eram soltos, o porquinho começou a seguir Charles, que tem o dobro do seu tamanho.

Às vezes eles dormem juntos e até compartilham a comida da mesma tigela.

Um dos proprietários da fazenda, Chris Murray, dissse que a amizade dos animais virou até uma atração turística.

"William tem muito mais entusiasmo na amizade do que Charles, mas Charles é tolerante até quando a comida dele é consumida", disse Murray.

Um dia William vai crescer e atingir o tamanho de um cachorro pequeno, e então será duas ou três vezes maior do que Charles. E é possível que a amizade não dure.

Mas pelo menos por enquanto ela causa inspiração.

"Eles são tão engraçadinhos juntos", disse Valerie Bickford-Beers, que trabalha na fazenda e resolveu tirar a foto.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090507_porcocoelhog.shtml((•)) Ouça este post

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Meu SESI



Essas fotos eu tirei no colégio onde fiz o primário... lembranças maravilhosas de um tempo singular. Andei por todo os lugares, onde vivi meus anos dourados... chorei de saudades... foi muito emocionante lembrar dos professores, dos coleguinhas, das musiquinhas, casa da bruxa rsrs; das segundas-feiras quando cantávamos o hino nacional com a mão direita no peito, a diretora Nilzete... os namoricos atrás da quadra kkkkkkkkkkkkkkkkkk, os amores, as paixões, os beijos, as brincadeiras, as fugas das aulas... foi muita emoção. Foi nesse lugar, que vivi sem dúvida, os melhores dias da minha vida. E esses não se repetirão. Na verdade, a galera do ano de 1994, ano em que terminei o ginásio, sabe bem do que falo, coisas que só nós vivemos. Destaco Gilberto Dias (o mais importante de todos, meu primeiro grande amor), Gildete Dias, Marcos Dias, Luciana Ramos (minha melhor amiga), Magda, Nazário, Mirela Lopes, Viviane Ribeiro, Daniela Andrade, Rosângela, Lidiane, Edneide, Catiane, Manuela, Leandro, Alan, Herbert, William, Anderson Sanches, Wellon, André, Susete, Edmar, Tatiane, Osvaldo Oliveira, enfim, todos que fizeram parte da minha vida e que sempre estarão em minhas lembranças de uma forma especial, pois vivemos os melhores anos de nossas vidas juntos. Como é bom poder recordar, como foi bom voltar ao meu Sesi e ver como tanta coisa mudou; revivi por alguns instantes a minha infância e nessa visita, fui chamada de "Tia" por um aluno... tomei um susto, ri, e me dei conta de que realmente o tempo passa, e passou, e continua e continuará passando. Os corredores pareciam mais extensos naquela época, o pátio parecia maior também... passaram-se 15 anos... e a sensação era de estar presente no passado. Foi espetacular o que senti e lamento não estar com esses amigos, com essas pessoas citadas, e tantas outras, para revivermos esse momento, que só a gente, galera de 94, entende. Termino por aqui, feliz pela oportunidade em pisar novamente, talvez pela última vez, o chão do local onde passei os melhores anos da minha vida. SESI, meu orgulho, FOR EVER.((•)) Ouça este post